Arquivo de novembro, 2013

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O dia 25 de Novembro é Dia Internacional de Luta pelo Fim da Violência contra as Mulheres. A data foi escolhida para homenagear as irmãs Mirabal (Pátria, Minerva e Maria Teresa), assassinadas pela ditadura de Leônidas Trujillo na República Dominicana.

No Rio de Janeiro, o Fórum Estadual de combate a Violência contra as Mulheres convida a todas a construir um grande dia de luta contra todas as formas de violência às mulheres e o Coletivo de Mulheres da UFRuralRJ convida todas e todos a participarem da Semana de Combate à Violência Contra as Mulheres.

25/11 – Passeata “A cidade é nossa, a rua é nossa, o corpo é meu” – 17h – Na Candelária
25 a 27/11- Semana de Combate à Violência Contra as Mulheres – UFRuralRJ

Como Rádio LevanteRJ levantamos nossas vozes contra a violência às mulheres e convidamos as companheiras e companheiros a se somar nessa luta!


19cursonpclogobrancaComeçou hoje no Rio de Janeiro a edição de número 19 do Curso Anual do Núcleo Piratininga de Comunicação, com o tema “Mídia e Poder”. O curso é uma importante formação para vários grupos e coletivos que produzem comunicação popular no Brasil se encontrarem, se formarem e se articularem.

A Rádio LevanteRJ está participando dessa edição do curso, pela primeira vez produzindo rádio aberta, que será transmitida ao vivo nos intervalos dos debates para xs comanheirxs aqui presentes e pela internet no site do NPC, por onde também estarão sendo transmitidos todos os debates e discussões.

Venha construir conosco a comunicação popular!

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No dia 4 de novembro de 1969, em São Paulo, Carlos Marighella, lutador do povo brasileiro, que resistia ao regime instaurado pelo Golpe Civil-Militar de 1964, foi assassinado por agentes do Estado brasileiro. Relembramos hoje essa data em mais um programa da nossa rádio não com tristeza, mas com a consciência de que, embora tenha morrido no passado, Marighella vive no presente, está na rua conosco e com todxs aqueles que ousam lutar por um Brasil diferente.

“Há 44 anos mataram um homem. O mataram na luta. O corpo alvejado já não mais andaria pelas ruas da cidade, pelos becos da Revolução. Mataram o homem, mas não conseguiram matar o sonho, que é imune à bala e ao ódio. O sonho do homem que mataram há tantos anos corre pela cidade, galopa pelo campo e explode no coração do povo. E o homem, o sonho do homem, vivem.”

Luiz Paulo Magalhães

Militante do Levante Popular da Juventude RJ