Arquivo da categoria ‘Organização’

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Levante Popular da Juventude do Rio de Janeiro, através da nossa rádio, vem trazer nosso debate e luta pela democratização dos meios de comunicação!

Diante do cenário da comunicação brasileira, entidades da sociedade civil e do movimento social se organizaram para encaminhar um Projeto de Lei de Iniciativa Popular das Comunicações para regulamentar o que diz a Constituição em relação às rádios e televisões brasileiras. A marca de 1 milhão e trezentas mil assinaturas colocará o Projeto de Iniciativa Popular por Mídia Democrática em debate no Congresso Nacional! Vamos mudar a história da comunicação brasileira levando às ruas o debate da democratização da comunicação.

Nesse programa, ouviremos um pouco mais sobre a proposta de lei e entender porque é tão importante lutarmos por uma mídia verdadeiramente democrática e popular!

“Eu quero ouvir a voz do povo na televisão, tem que o acabar com o monopólio da informação…”

Agora que vc já ouviu no programa, não se esqueça de entrar no site da Campanha e se informar sobre a campanha e o Projeto de Lei: 

http://www.paraexpressaraliberdade.org.br !
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MarchaPatri

A Rádio Levante é uma das vozes da JUVENTUDE LATINOAMERICANA EM LUTA!

Apresentamos em duas partes a História e Atualidade do Conflito da Colômbia. E convidamos a todxs a levantar nossa voz junto ao povo colombiano!

Parte 1:

Parte 2:

Para contribuir com a Marcha Patriótica e a luta do povo colombiano, acesse a página do Facebook:

Marcha Patrótica – Capítulo Brasil

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Mais de 80 mulheres do Levante Popular da Juventude de todas as regiões do país, estiveram presentes no 9ª Encontro Internacional da Marcha Mundial das Mulheres, em São Paulo, que teve como lema: “Feminismo em Marcha para Mudar o Mundo”, nos dias 25 a 31 de agosto.

O encontro contou com a participação de vozes feministas de todos os continentes que relataram as especificidades da opressão de gênero em seus países e a afirmação de que as mulheres tem comum o mesmo inimigo: o sistema capitalista, patriarcal e lesbofóbico.

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Para Patrícia Chaves, do Levante, foram dias de solidariedade, de partilha de vidas e resistências. Dias de debate sobre o avanço do capital sobre os territórios, trabalho e corpo das mulheres. Foram dias de fortalecer um campo político e refletir sobre as trajetórias do feminismo nesse continente. Tudo isso com muita diversidade, batucada feminista, cores, lambes, estencil, músicas e alegria.

O Encontro reafirmou o compromisso das mulheres do Levante contra o machismo e da sua aliança com a Marcha Mundial das Mulheres, com que o movimento tem parceria  desde sua criação.

As companheiras Larissa e Mariana, do Levante do Rio de Janeiro, contam no terceiro programa da Rádio LevanteRJ como foi o encontro da Marcha e a importância da luta feminista! Ouveaí!



Para ler o texto completo, acesse aqui o site do Levante Nacional. 
E para saber mais sobre a Marcha Mundial das Mulheres, acesse aqui o site delas.

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SEGUIREMOS EM MARCHA ATÉ QUE TODAS SEJAMOS LIVRES!

MAB

A necessidade de uma política nacional de direitos para as populações atingidas por barragens, uma política energética popular, bem como a luta contra as privatizações implementadas no país. Essas foram as pautas presentes no Encontro Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), realizado entre os dias 2 e 5 de setembro em São Paulo.

Durante esses dias, cerca de 3 mil pessoas de várias lugares e organizações, inclusive o Levante Popular da Juventude, se somaram ao MAB para discutir o tema “Água e energia com soberania, distribuição da riqueza e controle popular” e lutar, nas ruas, por um projeto de energia que seja popular.empresacorruptora_terra-300x224

Num dos momentos de luta do Encontro, os movimentos realizaram um ato na sede das empresas Siemens e a Alstom, que além de serem foco de denúncias por formação de cartel para atuação em obras do metrô e trens da cidade de São Paulo, também fornecem equipamentos para as hidrelétricas no Brasil e estão presentes, inclusive, em Belo Monte, no Pará.

“A energia produzida em nosso país tem que estar a serviço da população, a serviço da soberania do nosso país, e não a serviço de grandes empresas se apropriando de toda esta riqueza” enfatizou Liciane Andrioli, da coordenação nacional do MAB ao Jornal Brasil de Fato.

O segundo programa da nossa rádio traz os companheiros Leonardo e Rayanne, do Levante do Rio de Janeiro, que estavam lá, contando um pouco mais sobre como foi esse encontro e porque é tão importante discutir o tema. Ouveaí!


Ouvir Rádio LevanteRJ #2 no SoundCloud

Ah! Se você quiser saber mais sobre como se organiza o MAB e quais são suas pautas e próximas ações, é só entrar lá no site deles   : )

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Saudações bolivarianas!

Nós, do Levante Popular da Juventude do Rio de Janeiro, estamos no grupo de mais de duas mil entidades, movimentos e coletivos de várias partes do mundo que estão em luta para contribuir com o processo de paz na Colômbia. No próximo mês vai acontecer aqui no Brasil o Fórum pela Paz na Colômbia, em que nós todos vamos poder conversar e pensar em como cada um poderá contribuir com tudo isso. Para entender um pouco melhor a necessidade dessa luta e o que vai ser esse fórum, segue um texto dos companheiros do Comitê Organizador.

E, depois que você já estiver por dentro do assunto, não esqueça de confirmar presença no Pré-Fórum que vai acontecer aqui no Rio de Janeiro, no dia 27/04, às 8h30, no Sindipetro (a confirmar).

Seguiremos lutando por uma América Latina unida e livre !

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Fórum Pela Paz na Colômbia
Justiça Social, Democracia e Soberania
24 a 26 de maio de 2013, Porto Alegre – Brasil

A Colômbia sofre um conflito que tem mais de cinquenta anos de existência. Originado por causas econômicas, sociais e políticas. Essas causas ainda perduram e com o passar dos anos têm feito do contexto colombiano uma realidade muito complexa. O conflito armado se desenvolve entre o Estado Colombiano e seus mercenários paramilitares em confronto permanente com a insurgência armada – as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia Exército do Povo – FARC EP; o Exército de Libertação Nacional – ELN; e o Exército Popular de Libertação – EPL.

Dados das Nações Unidas e das organizações de direitos humanos denunciam o que acontece na cotidianidade do povo colombiano: a sociedade civil e suas organizações populares têm sofrido com muito rigor os efeitos violentos desse conflito armado. Mais de 60% das violações dos direitos sindicais acontece na Colômbia; há mais de cinco milhões de camponeses deslocados pela violência; há mais de sessenta mil pessoas desaparecidas; há mais de nove mil presos políticos e menos de 20% são combatentes insurgentes; a cada hora nove mulheres sofrem agressão sexual em decorrência do conflito; e muitas lideranças sociais, estudantis, de esquerda e populares têm sido assassinadas.

O conflito também afeta aos Estados de América Latina e a seus povos. Situação que se fez mais clara a partir da estrutura militar do Plano Colômbia e a presença militar dos Estados Unidos em território colombiano. Essas estruturas militares ainda estão vigentes e operando, o que ameaça a paz dos povos no continente.

O povo colombiano esta cansado do conflito armado e não suporta mais os sofrimentos de tanta violência, de tantas injustiças e tantas repressões. Por vários anos e tem feito esforços e exigido ao Estado colombiano e insurgência, a necessidade de dispor uma solução política para superar o conflito, que leve a uma Paz com Justiça Social, com garantias Democráticas e restabelecimento da Soberania.

Essas exigências e esforços parecem ter começado a dar frutos: no dia dezoito de outubro se deu inicio oficialmente aos diálogos de paz entre o governo da Colômbia e as FARC-EP, mas ainda não é suficiente. O povo colombiano, suas organizações sociais e populares celebraram e celebram o passo dado nos caminhos da paz, mas deploram que esse processo que se inicia se faça fora do território colombiano, mantendo as confrontações armadas e de costas às organizações da sociedade colombiana, que é sua principal vítima.

É por esses motivos que convocamos ao Fórum Pela Paz da Colômbia na busca de expressar e criar cenários junto com organizações sociais, políticas, populares e governos amigos de América Latina para a solução do conflito colombiano com a participação da sociedade colombiana. Para a Paz com Justiça Social, Democracia e Soberania. Assim queremos afirmar que outra Colômbia seja possível! E nos sentimos como parte do Fórum Social Mundial em sua resistência à hegemonia do neoliberalismo e à violência imperial. E acolhidos em sua luta por construir alternativas econômicas, políticas e sociais que promovam justiça, igualdade, soberania para os povos e a paz.

Um Fórum em Diálogo:
Para isso propomos dentro do marco do debate da Paz da Colômbia três eixos transversais: a) Justiça Social; B) Democracia; C) Soberania. Desses três eixos se desdobram grupos temáticos como processo com capacidade de acolher a multiplicidade de experiências e contribuições dos diversos sujeitos sociais em torno à temática e em relação com a paz da Colômbia e seus efeitos para os povos de América
Latina.

O Comitê organizador mais o Comitê Local e os facilitadores dos grupos temáticos facilitará a construção e a participação do processo. Esse coletivo terá a responsabilidade de tomar as decisões sobre a organização do Fórum pela Paz da Colômbia e do desenvolvimento da metodologia. Além disso, outras iniciativas poderão apojar essa elaboração coletiva.

A página do Fórum Pela Paz da Colômbia pode ser acessada nesse endereço: http://forumpelapaznacolombia.blogspot.com.br/ e quaisquer informações poderão ser obtidas através do endereço de email: forumpelapazcolombia@gmail.com.

Entre os dias 15 e 18 de novembro realizamos o nosso I Acampamento Estadual do Levante Popular da Juventude do Rio de Janeiro.
Nesses dias pudemos nos encontrar, trocar ideias e plantar as sementes para a construção do Projeto Popular em nosso estado.
Ao final do acampamento produzimos uma Carta Compromisso que reafrma todas as nossas tarefas e objetivos no nosso estado e no nosso país:

Carta compromisso do Levante Popular da Juventude RJ

“Apanhei do meu pai, apanhei da vida,
apanhei da polícia, apanhei da mídia.
Quem bate se acha certo, quem apanha tá errado.
Mas nem sempre meu senhor, as coisas vão por esse lado.”
Mc Leonardo

Nós, jovens presentes no I Acampamento Estadual do Levante Popular da Juventude do RJ, viemos do campo e da cidade, das periferias e universidades. Somos negros, mulheres e homossexuais. Estudantes, camponeses e trabalhadores desempregados. Mesmo com as aparentes diferenças, acreditamos que o que nos aproxima é muito maior do que o que nos diferencia: o desejo de lutar e transformar radicalmente as estruturas da sociedade que oprime a todos nós.
Lutamos para sobreviver diariamente em um mundo dominado pelo sistema capitalista-patriarcal-racista, que nos aprisiona e escraviza não só no aspecto econômico, mas em todos os campos da nossa vida. O machismo determina a mulher como propriedade. O racismo é cruel e extermina a nossa juventude preta e pobre, mesmo que a gente viva em um país onde a maioria da população é composta por negros. Também somos alvo de violência e preconceito quando não nos enquadramos dentro dos padrões de heteronormatividade, que determinam até a forma como devemos amar e nos relacionar com outros seres humanos.
No Rio de Janeiro, essa exploração tem se colocado de maneira ainda mais acirrada devido aos recentes empreendimentos econômicos, esportivos e turísticos implantados no estado. Os investimentos em polos tecnológicos de ponta e em grandes indústrias para o beneficiamento de bens primários como o petróleo e o minério geram impactos ambientais irreversíveis, além de consequências sociais desfavoráveis ao povo. Caminha junto a isso a intensa repressão policial praticada através das UPPs (Unidade de Policia Pacificadora) e do choque de ordem, que extermina jovens como nós em nome de um progresso cujo resultado jamais chegará a nossas mãos. Os megaeventos que serão trazidos para a cidade nos próximos anos também geram desde já reflexos sociais. Nossas ruas estão sendo limpas de todo “lixo humano” que não deve ficar as vistas dos turistas, e nossas favelas sendo “pacificadas”às custas do sangue de quem sempre viveu ali. Como se não bastasse, sobra aos moradores o terror e o silêncio imposto através da ocupação das milícias.
Vivenciamos cotidianamente as contradições desse sistema, onde nos é destinada uma parcela muito pequena de todas as riquezas por ele geradas. Somos desde cedo “educados” a nos contentar com migalhas, seja no âmbito da educação, da cultura, da saúde ou do acesso às riquezas do país. Paralelo a isso, o bolo dos ricos fermenta em proporções muito maiores. Compreendemos que esse ciclo será mantido se nós, juventude, permanecermos oprimidos, já que não há sustentação do capitalismo sem a exploração de uma classe em detrimento de outra. Somos então, a principal engrenagem desse sistema, que será derrotado somente se o povo estiver em constante movimento e luta.
Diante dessa conjuntura, o Projeto Popular é nosso horizonte de luta, e alternativa concreta capaz de atender as transformações que necessitamos e sonhamos.O Levante Popular da Juventude/RJ segue disposto a organizar os jovens em seus diversos espaços, agregando suas bandeiras de lutas, ecaminhando ao lado de outras organizações comprometidas com a construção do Projeto Popular para o Brasil. Seguiremos os passos já percorridos por tantos outros lutadores e lutadoras do povo, avaliando criticamente nossa história para, assim, nos organizarmos avançando na construção de um novo Rio de Janeiro, de uma nova sociedade.

JUVENTUDE QUE OUSA LUTAR, CONSTRÓI O PODER POPULAR!

I Acampamento Estadual do Levante Popular da Juventude/RJ
Reserva do Tinguá, Nova Iguaçu – 18 de novembro de 2012.

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Nos dias 15, 16, 17 e 18/11, estará ocorrendo o I Acampamento do Levante Popular da Juventude, na Reserva do Tinguá em Nova Iguaçu.
Convidamos toda esta juventude animada e disposta a debater e construir um Projeto Popular para o Brasil a se fazer presente!
Vem todo mundo!!!